Monografias


ANO DE 2006

A CRIAÇÃO DE UM SOFTWARE DE ORIENTAÇÕES PARA PACIENTES COM ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA: UMA PROPOSTA DA TERAPIA OCUPACIONAL.

Autores:
ADRIANA NATHALIE KLEIN

RESUMO

Para avaliar e acompanhar a capacidade funcional de pacientes com ELA há necessidade de métodos quantitativos. A Federação Mundial de Neurologia propõe o uso de escalas específicas que ainda não foram validadas no Brasil. No primeiro estudo deste trabalho, o setor de terapia ocupacional utilizou o questionário DASH (disabilities of the arm, shoulder and hand), já validada na cultura brasileira, para avaliar e acompanhar a capacidade funcional dos membros superiores de pacientes com ELA. Percebeu-se que só a utilização desta escala, não seria sensível o suficiente para mensurar as principais dificuldades nas atividades de vida diária e de vida prática que estes pacientes apresentavam com a progressão da doença. Coletaram-se dados qualitativos, junto a aplicação do DASH, em 62 pacientes com ELA definida, e assim, foi possível sugerir um instrumento de avaliação funcional complementar capaz de facilitar a coleta de dados, e favorecer a intervenção do terapeuta ocupacional, por meio de medidas facilitadoras de potencialização para determinadas funções, prolongando a independência e a autonomia dos pacientes com ELA.

O segundo estudo utilizou esta proposta de avaliação, através da aplicação do DASH, adjunto ao instrumento de avaliação funcional complementar, além destes, foi mensurado o tempo de diagnóstico confirmado de ELA, o lado da mão dominante, a diferença de força de preensão manual bilateral, a presença de espasticidade, e de dor em ombros. A coleta de dados relacionou a capacidade funcional dos MMSS com a as dificuldades para realização de atividades de vida diária e de vida prática de 94 pacientes com ELA, concluindo que o déficit motor interfere diretamente na capacidade funcional do paciente, provoca dor, e diminuição de força principalmente na mão dominante e que o uso do DASH, com a avaliação funcional complementar é capaz de proporcionar dados relevantes para prática clínica, e para pesquisa científica de terapia ocupacional.

O terceiro estudo, tema central deste trabalho, teve como metodologia verificar a aderência de pacientes e cuidadores ao manual de orientações impresso, distribuído pelo setor de terapia ocupacional, a 114 pacientes, sendo 94 deles com diagnóstico confirmado de ELA e 20 com ELA provável. Percebeu-se uma aderência significativa de 93%, deste método de educação por meio do manual, porém concomitante a este dado, o índice de pacientes que passaram em avaliação do setor de terapia ocupacional, receberam o manual de orientações e não retornaram para o acompanhamento ambulatorial, foi de 46%. Portanto o objetivo deste trabalho foi transformar o manual impresso em um SOFTWARE interativo.

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ANÁLISE DA ACESSIBILIDADE E AS POSSÍVEIS
DIFICULDADES QUANTO ÀS BARREIRAS ARQUITETÔNICAS NO AMBIENTE DOMICILIAR DE PACIENTES CADEIRANTES POR ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA: UMA REVISÃO DA LITERATURA

Autores:
FT. FELIPE ROCHA DE SOUZA
FT. RODRIGO FERMINO PERES

RESUMO

A esclerose lateral amiotrofica (ELA), patologia neurológica, crônica, degenerativa e letal, de etiologia desconhecida, caracteriza-se pela atrofia progressiva dos músculos do corpo, atingindo membros superiores e inferiores, fala e deglutição. Devido a evolução da doença esses pacientes podem se tornar cadeirantes, encontrando a cada dia uma nova dificuldade, dentre elas estão as barreiras arquitetônicas que dificultam a acessibilidade em seu domicílio.

Este trabalho teve como objetivo analisar a acessibilidade e as possíveis dificuldades quanto às barreiras arquitetônicas de pacientes cadeirantes por esclerose lateral amiotrofica.

Não foram encontrados resultados referentes a essas possíveis dificuldades em pacientes com ELA. Porém foram encontrados outros trabalhos referentes ao tema em outra doença.

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ANÁLISE DO ESQUEMA E IMAGEM CORPORAL EM INDIVÍDUOS COM ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA.

Autores:
FT. CÍNTIA CITELLI DE FRANÇA
FT. VANESSA RODRIGUES DE QUEIROZ

RESUMO

A Esclerose lateral amiotrófica é uma doença neuromuscular em que há degeneração progressiva dos motoneurônios, diminuindo seu funcionamento e provocando atrofia muscular e debilidade. Sua patogenia continua obscura, porém algumas hipóteses são estudadas na tentativa de identificar os diferentes tipos de apresentação clínica. Existem 2 padrões gerais de apresentação da doença: a forma espinhal e a forma bulbar.

O grau de consciência permanece intacto, gerando uma situação onde o individuo se vê perfeitamente conectado ao seu meio ambiente e prisioneiro em seu próprio corpo. O comprometimento gerado pela ELA pode levar o individuo a alterações no seu esquema e imagem corporal, que entende-se pela representação formada mentalmente do nosso corpo a partir de experiências vividas desde o nascimento.

O objetivo desse trabalho é avaliar o esquema e imagem corporal de indivíduos com ELA. Para tanto foram analisados de forma qualitativa e quantitativa 10 pacientes com ELA para identificação das possíveis alterações ou distorções através do método da avaliação do desenho da figura humana.

Os resultados mostram que as alterações provenientes da ELA levam os indivíduos a apresentarem alterações do seu esquema e imagem corporal, que podem ser observadas pela realização do teste do desenho da figura humana. As principais alterações observadas foram ausência de partes do corpo e ausência de movimento, além de alterações relacionadas com as características apresentadas pelos indivíduos e com o quadro geral da doença. A constatação dessas alterações leva a crer que o conhecimento em esquema e imagem corporal são úteis como mais uma forma de avaliação e critério de inclusão em programas de reabilitação. Estudos com uma amostra maior de pacientes com ELA são necessários para confirmar e identificar as alterações apresentadas nesses indivíduos.

Unitermos: imagem corporal, esclerose lateral amiotrófica, desenho da figura humana

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ANÁLISE FUNCIONAL DE PACIENTES COM SPOAN: Paraplegia Espástica com Atrofia Óptica e Neuropatia

Autores:
FT. Fúlvia de Souza Vieira
FT. Solange Macedo Aily

RESUMO

INTRODUÇÃO: O termo SPOAN (Paraplegia Espástica com Atrofia Óptica e Neuropatia) refere-se a uma síndrome neurodegenerativa, progressiva, de herança autossômica recessiva, recém descoberta por pesquisadores do Centro de Estudos do Genoma Humano e do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP). SPOAN caracteriza-se por atrofia congênita do nervo óptico, paraparesia espástica progressiva, sinais de neuropatia motora e sensitiva, entre outros.

OBJETIVOS: Comparar as características clínicas e história da doença entre dois casos de pacientes com síndrome de SPOAN e o relatado na literatura, além de analisar a qualidade de
vida, identificar o grau de depressão, verificar a funcionalidade, e comparar a marcha de uma delas com a marcha de pacientes com paraplegia espástica hereditária (PEH).

MÉTODOS: Foram incluídas na amostra duas pacientes do sexo feminino, com idade entre 12 e 28 anos, com diagnóstico comprovado de síndrome de SPOAN, sendo aplicado um questionário visando coletar dados da história da doença, uma ficha de avaliação neurológica, uma escala de qualidade de vida, escala de depressão de Beck, escala de funcionalidade SCIM e escala de classificação da análise do andar.

RESULTADOS: Ambas as pacientes A e Z apresentaram nistagmo como principal
sinal de atrofia do nervo óptico, paraparesia espástica progressiva com início na infância, alterações de sensibilidade, entre outros, sendo que a paciente Z apresentou todos os sintomas em um grau de severidade mais elevado. A paciente Z mostrou-se mais sociável e comunicativa, mesmo passando a maior parte do tempo recolhida em sua casa. Analisando a escala de Beck, observou-se que a paciente A encontra-se em um nível de depressão de leve a moderada, e a paciente Z de moderada a grave. A paciente Z apresentou um acometimento de maior nível em relação à funcionalidade quando comparada com a paciente mais jovem. Analisando a marcha da paciente A, notou-se que esta apresentou alteração em todos os aspectos avaliados.

CONCLUSÕES: As pacientes A e Z apresentam características clínicas e história da doença similar a dos casos dos pacientes com síndrome de SPOAN avaliados em Serrinha dos Pintos; a funcionalidade mostrou-se compatível com o perfil das pacientes, levando em consideração a idade e o tempo de doença, demonstrando que a qualidade de vida encontra-se adequada. As duas pacientes demonstraram um grau de insatisfação diante das impossibilidades pessoais, levando a baixa estima e falta de perspectiva diante da vida. A paciente A apresentou um grau de acometimento maior com relação à marcha, quando comparada aos pacientes com paraplegia espástica hereditária descritos na literatura.

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ATLETAS DO BASQUETE EM CADEIRA DE RODAS COM HISTÓRIA DE POLIOMIELITE PARALÍTICA: HÁ INDÍCIOS DE SÍNDROME PÓS–POLIOMIELITE (SPP) ?

Autores:
FT. Maria Salete Conde

RESUMO

Introdução: Desde 1957 temos vários deficientes praticando esporte adaptado no Brasil. O basquete sobre rodas (BSR) foi á primeira modalidade esportiva, e é conhecida por exigir muito esforço físico nos treinamento que são realizados enfatizando as repetições das manobras com a cadeira e treino técnico do jogo fazendo com que os atletas aumentem a sobrecarga sobre os membros superiores divido a prática da atividade, dentre estes atletas encontram-se aqueles que têm história de seqüela de poliomielite anterior aguda, que é uma doença causada pela ação viral, entretanto o que nos chama atenção atualmente é Síndrome Pós–Poliomielite (SPP) A SPP não tem uma causa definida há várias teorias que tentem explica lá mas parece ser causada por degeneração progressiva das unidades motoras que apresentam grande brotamento compensatório reinervação associada desequilíbrio músculo esquelético tendo como principal fator de risco a atividade física em excesso.

Objetivo: verificar os possíveis fatores predisponentes da SPP nos atletas que jogam basquete sobre rodas, realizar um levantamento da participação dos atletas com história de poliomielite

Casuística Método: Estudo descritivo utilizando um questionário estruturado.

Resultados: Foram estudados 21 atletas todos do sexo masculino com média de idade de 34,8 anos, história de poliomielite, acometidos pelo vírus da pólio entre 5 e 24 meses de idade, 42,9% apresentou comprometimento de MMII, 4,8% de MSE e 81% marcha independente, praticam esporte de 1 a 22 anos, Dos 21 atletas estudados 23,8% referem a nova fraqueza por um período superior a um ano 76,2% relerem dor muscular, 61,9 dor articular em membro superior direito, 19% fadiga/cansaço associado atividade esportiva, 61,9% refere aumento peso e 95,2% ansiedade.

Conclusão: A indícios de SPP em 5 (23,8%) dos atletas estudados Não foi encontrado uma relação direta entre a SPP e atividade física o basquete em cadeira de rodas A dor muscular e ou /articular parecem estar ligadas à biomecânica do esporte própria Há certa tendência de SPP naqueles com maior tempo e duração na prática esportiva.

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A UTILIZAÇÃO DA ESTIMULAÇÃO ELÉTRICA FUNCIONAL (FES) EM DOENÇAS NEUROMUSCULARES – REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

Autores:
FT. CÁTIA BARION
FT. DANIELE DO NASCIMENTO LISBOA

RESUMO

A Estimulação Elétrica Funcional (FES), é um método de tratamento que utiliza corrente elétrica para produzir uma contração muscular efetiva e funcional, promovendo fortalecimento e manutenção da massa muscular. Este recurso tem sido usado terapeuticamente na reabilitação de pacientes com disfunções tanto ortopédicas quanto neurológicas, visando a melhora da função motora. As doenças neuromusculares são aquelas que afetam o nervo periférico, os neurônios motores e sensitivos relacionados a estes nervos, suas raízes, a junção mioneural e os músculos. A fraqueza muscular é vista como um dos fatores que causam maior perda da qualidade de vida destes pacientes. Em vista disto, qualquer tratamento que melhore a função motora é de grande importância. O objetivo deste estudo é demonstrar através de uma revisão bibliográfica, a utilização da Estimulação Elétrica Funcional (FES) na musculatura de pacientes portadores de doenças neuromusculares. Para tanto, foi realizado um levantamento bibliográfico de 1986 a 2006 nas bases de dados atualmente disponíveis. Não foram encontrados trabalhos específicos relacionando FES e doenças neuromusculares, no entanto, os achados de sua utilização em patologias do Sistema Nervoso Central, sugerem que possa ser utilizados com sucesso nestes pacientes.

 

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BRINQUEDOTERAPIA COMO COMPLEMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTES COM DISTROFIA MUSCULAR DE DUCHENNE

Autores:
FT. ANDREZA CARVALHO SILVA

RESUMO

Distrofia Muscular de Duchenne (DMD) é uma doença de origem genética, causada pela ausência ou má formação da proteína distrofina, podendo levar a atrofia de toda a musculatura, levando á óbito. Acomete principalmente os meninos por possuírem o cromossomo X. As atividades lúdicas são melhores desenvolvidas em crianças até os dez anos de idade por estarem aptas a desenvolverem o que será pedido na terapia. Este trabalho tem como objetivo desenvolver uma terapia de brinquedos para pacientes portadores da DMD, onde serão encontrados pacientes com uma melhor qualidade de vida, pois a brinquedoterapia acaba trabalhando com a parte cognitiva dos pacientes, retardando a evolução da doença.

Palavras-chave: Distrofia Muscular de Duchenne - Ludoterapia - Distrofina - Atrofia muscular.

 

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CONHECIMENTO FISIOTERAPÊUTICO SOBRE ASSISTÊNCIA EM ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA NAS CLÍNICAS-ESCOLA DA GRANDE SÃO PAULO

Autores:
FT. Fabiana Moreira Palermo
FT. Gisele Gonzalez Brandão
FT. Mariana Hajnal Ramos
FT. Mariana D’Angelo Cauchioli

RESUMO

A esclerose lateral amiotrófica é uma doença neuromuscular, neurodegenerativa, de rápida evolução e etiologia incerta, que necessita de intervenção fisioterapêutica precoce para amenizar as manifestações. Os sintomas neurológicos são frequentemente acompanhados ou precedidos por perda de força, cãibras e fasciculações. Uma característica-chave da doença é a coexistência de sinais dos neurônios motor superior e inferior no mesmo grupo muscular. O diagnóstico é mais difícil de ser feito no início da doença ou quando se manifesta de maneira atípica.

Objetivo: Analisar o conhecimento teórico-prático dos profissionais fisioterapeutas responsáveis pelo atendimento nas clínicas-escola de fisioterapia da Grande São Paulo, bem como elaborar um perfil institucional quanto aos meios de inclusão, pagamento, acessibilidade, instalações e rotina de atendimento.

Método: Para realizar a seleção das clínicas-escola da Grande São Paulo foi feito um levantamento através do site <www.educacaosuperior.inep.gov.br>. Foram aplicados questionários semi-estruturados aos profissionais responsáveis pela administração da clínica-escola e aos supervisores dos estágios de Fisioterapia Neurológica, Respiratória (ambulatorial) e Aquática mediante adequação aos critérios de inclusão.

Resultados: No total foram pesquisadas 11 clínicas-escola de fisioterapia, 11 fisioterapeutas responsáveis pela administração e 24 fisioterapeutas responsáveis pela supervisão dos estágios. Os fisioterapeutas têm formações diversas na sua pós-graduação, mas o conhecimento avaliado apresenta-se homogêneo, bem como os meios de avaliação e tratamento. De modo geral, as instituições se apresentam semelhantes quanto a sua estrutura-física, meios de inclusão, pagamento, acessibilidade e rotina de atendimento.

Conclusão: Concluímos que existe uma discrepância entre teoria e prática no atendimento a estes pacientes, por outro lado, as instalações já se encontram adequadas ao recebimento dos mesmos, devendo haver adequações em sua rotina de atendimento e meios de inclusão.

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ESTUDO RETROSPECTIVO DOS PACIENTES SUBMETIDOS À REABILITAÇÃO NO LAR ESCOLA SÃO FRANCISCO APÓSRECONSTRUÇÃO CIRÚRGICA DE LESÃO DE NERVO DA MÃO - ZONA V

Autores:
FT. ELISABETH YUMI NOMIYAMA

RESUMO

A lesão de mão em zona V pode envolver nervo mediano e/ou ulnar, artérias radial e ulnar e tendões dos músculos flexores do punho e dedos. As lesões dos nervos geram seqüelas e incapacidades motoras e/ou sensitivas, acarretando em déficit funcional nas atividades diária e profissional e exclusão social do paciente.

Objetivo: Analisar o perfil dos pacientes submetidos à reabilitação após reconstrução cirúrgica de lesão de nervo da mão em zona V, tratados no Setor de Terapia Ocupacional da Disciplina de Fisiatria do Departamento de Ortopedia e Traumatologia da UNIFESP/ Lar Escola São Francisco.

Método: Foi realizado estudo restrospectivo de 21 prontuários de pacientes com lesão nervosa de mão em zona V, durante o período de 2002 a 2006. Foram incluídos pacientes submetidos à reconstrução cirúrgica com sutura do nervo e/ou do tendão e a reabilitação. Foram analisadas as variáveis: sexo, idade, profissão, mão dominante, causa / agente causal, estrutura lesada, tempo de permanência no tratamento, evolução clínica e melhora funcional. A evolução foi feita através de uma classificação criada a partir dos parâmetros: amplitude de movimento, força muscular, sensibilidade e atividade da vida diária e funcional.

Resultados: Foi observada maior incidência no sexo masculino (66,66%) em idade produtiva. O mecanismo de lesão mais comum foi ferimento corto-contuso, sendo que a mão mais afetada foi a dominante (57,14%) e as lesões envolveram mais freqüentemente o nervo ulnar (52,68%). O tempo médio entre a lesão e a cirurgia foi de aproximadamente um mês e o tempo médio entre a cirurgia e o início da reabilitação foi de aproximadamente 2 meses. O tempo médio de permanência no tratamento foi de 14 meses e meio. A maioria dos pacientes que concluíram a terapia apresentou um resultado mais satisfatório (Classes I e II).

Conclusão: No presente estudo, obtivemos uma visão geral sobre o perfil dos pacientes submetidos à reabilitação. Observamos uma melhora na evolução clínica em todos os casos que completaram o tratamento e acreditamos que a classificação que desenvolvemos pode servir como ferramenta para futuros estudos sobre a evolução clínica dos pacientes a partir de registros de prontuários.

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Intolerância ao frio um marcador quente para a Síndrome Pós Poliomielite

Autores:
FT. Aline Simão Helou
FT. Fernanda Viana Santos

RESUMO

O termo síndrome pós-poliomielite (SPP) tem sido reservado para situações onde há o aparecimento de novos sinais e sintomas em sobreviventes da poliomielite. A termorregulação é realizada por um sistema de controle fisiológico, que consiste em termorreceptores centrais e periféricos, um sistema de condução aferente, o controle central de integração dos impulsos térmicos e uns sistemas de respostas eferentes levando as respostas compensatórias, no hipotálamo situam-se o sistema de controle central, que regula a temperatura do corpo ao integrar os impulsos térmicos provenientes de quase todos os tecidos do organismo. O sistema nervoso central e o periférico são de extrema importância na termorregulação e as disfunções neurológicas podem produzir transtornos na mesma. Lesões no hipotálamo e interrupção das vias efetoras da termorregulação, como lesões da medula espinal e neuropatias autonômicas, são causas neurológicas da termorregulação anormal. Alguns estudos nos mostram que o hipotálamo, pode ter sido afetado pelo poliovírus, quando da primitiva infecção.

Objetivos: O presente estudo teve como objetivo realizar o levantamento bibliográfico de artigos que nos esclareçam a questão da temorregulação nos pacientes com Síndrome Pós-Poliomielite que apresentam o sintoma de intolerância ao frio, uma vez que se trata de um assunto de suma importância e ainda pouco estudado..

Método: Este estudo usou uma forma descritiva para o levantamento bibliográfico. Os estudos selecionados para esta revisão foram artigos que descrevessem a fisiologia da termoregulação e fisiopatologia da Síndrome Pós-Poliomielite nos pacientes que apresentam intolerância ao frio.
Descritas em artigos científicos entre os anos de 1980 a 2006, através dos bancos
de dados Bireme, Pubmed, Chocrane, Scielo, Medline, Adolec, The Lincolnshire Post-Polio Network., Livros, monografias e teses.

Resultado: Foram encontrados (277) artigos relacionados à fisiologia da termoregulação e fisiopatologia da Síndrome Pós-Poliomielite nos pacientes que apresentavam intolerância ao frio, entre os anos 1980 a 2006, dos 277 encontrados foram selecionados para o uso neste trabalho foram 31.

Conclusão: A Intolerância ao frio pode ser desencadeada por lesões tanto de origem do sistema nervoso central quanto do sistema nervoso periférico, ou pode ser proveniente da associação de ambas as lesões. Portanto são de extrema importância novas pesquisas e experimentos para obtermos um achado clínico mais fidedigno em relação à questão da intolerância ao frio nos pacientes de SPP.

 

 

 

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O EFEITO DO TREINAMENTO MUSCULAR RESPIRATÓRIO NA
MIASTENIA GRAVE – REVISÃO DA LITERATURA

Autores:
FT. JULIANA LURI NODA
FT. LILIAN TIEMI SONODA

RESUMO

Introdução: A miastenia grave autoimune adquirida (MGAA) é uma desordem neuromuscular resultante da ação de anticorpos contra os receptores de acetilcolina, sendo tipicamente caracterizada por fraqueza e fadigabilidade, de caráter flutuante, da musculatura esquelética. A gravidade da doença está diretamente relacionada com o comprometimento respiratório, que está presente em 60 a 80% dos pacientes miastênicos em nível avançado. O treinamento muscular respiratório (TMR) visando melhora da força e resistência muscular é uma alternativa na tentativa de minimizar ou retardar o desenvolvimento de complicações decorrentes do declínio da função dos músculos respiratórios.

Objetivo: O presente trabalho visou verificar a efetividade do TMR na MG.

Métodos: A revisão da literatura utilizou artigos indexados publicados de 1966 a 2006 nas bases de dados MedLine, PubMed, Lilacs, Scielo e Cochrane, assim como referências de livros, dissertações e teses.

Resultados: Na literatura existe uma grande variedade de protocolos aplicados em pacientes neuromusculares e com comprometimento respiratório primário, contudo, foi verificada escassez de descrições sobre a influencia da técnica de TMR na miastenia grave (MG). Os artigos encontrados evidenciaram melhora principalmente da força e resistência dos músculos respiratórios, associado à elevação da qualidade de vida. Porém não há consenso sobre a melhor técnica e protocolo a serem aplicados, assim como a eficácia do TMR em cada estágio da doença.

Conclusão: A revisão demonstrou que o TMR parece ser um tratamento eficaz na MG visando melhora do padrão respiratório, força e resistência muscular, índice de dispnéia e qualidade de vida. Entretanto, a escassez de estudos exige uma análise cuidadosa dos resultados encontrados, denunciando a necessidade de novos estudos sobre o assunto.

 

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RELAÇÃO ENTRE OS ASPECTOS RESPIRATÓRIOS E A DISFAGIA EM PACIENTES COM ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA

Autores:
FT. Fabiana Messias Barrese
FT. Fernanda Bez Pires

RESUMO

CHIAPPETA ALM; BARRESE FM; PIRES FB; HAYASHI MCB. RELAÇÃO ENTRE OS ASPECTOS RESPIRATÓRIOS E A DISFAGIA EM PACIENTES COM ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA. São Paulo, 2007. 32p. Tese apresentada à Universidade Federal de São Paulo – Escola Paulista de Medicina, para obtenção do Título de Especialista em Reabilitação de Doenças Neuromusculares.

Objetivo: identificar os aspectos respiratórios em pacientes com ELA e relacionar com a disfagia orofaríngea durante a progressão da doença. Além de verificar se os valores diminuídos de CV, PImáx e PEmáx são preditivos de maior gravidade de disfagia orofaríngea.

Método: trinta e seis pacientes com ELA foram avaliados no setor de doenças neuromusculares da UNIFESP/EPM, no ano de 2006. Foram realizadas avaliação fisioterapêutica (CV, PImáx e PEmáx) e relacionados com avaliação fonoaudiológia (grau de disfagia) para identificar se os aspectos respiratórios interferem no grau da disfagia. Os dados foram analisados através da técnica não paramétrica por meio do teste de Mann-Whitney, com nível de significância de 95%.

Resultados: obteve-se resultados estatisticamente significativo na PImáx, PEmáx e CV quando comparadas ao grau de disfagia.

Conclusão: a relação existente entre os aspectos respiratórios identificados na ELA (CV, Pimáx e Pemáx) e a disfagia, é tempo decorrente e estão intimamente ligados.

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ELABORAÇÃO DO QUESTIONÁRIO CONTENDO AS DÚVIDAS PRIMÁRIAS ENCONTRADAS PELOS CUIDADORES E PACIENTES REFERENTE AOS CUIDADOS RESPIRATÓRIOS NA DNM/ELA.

Autores:
FT. CINTIA ARRUDA GARCIA

RESUMO

Introdução: Na Doença do neurônio motor (DNM) incluiem-se quatro síndromes clínicas: atrofia muscular progressiva (AMP), esclerose lateral primária (ELP), paralisia bulbar progressiva (PBP) e esclerose lateral amiotrófica (ELA) 1. A PBP relacionada ao comprometimento dos neurônios do tronco cerebral, caracteriza-se por envolvimento predominante da musculatura de inervação bulbar, com ou sem lesão do neurônio motor superior (NMS). A esclerose lateral amiotrófica (ELA) é uma doença com processo degenerativo, esclerótico dos neurônios motores das porções laterais (corno anterior) da medula espinhal, juntamente com o córtex motor e o trato piramidal. Manifesta-se clinicamente com comprometimento dos neurônios motores superiores e inferiores; seu início é insidioso geralmente, com comprometimento assimétrico e com o avanço de doença torna-se simétrico e bilateral. Os sinais e sintomas são correspondentes ao do neurônio motor comprometido. A principal causa de morte na DNM/ELA são as complicações respiratórias, pois com evolução da doença o paciente apresenta fraqueza da musculatura respiratória levando a incapacidade de ventilação, e disfunção da glote que leva a uma tosse ineficaz. O uso de Ventilação não invasiva (VNI) praticamnete é uma necessidade no curso da doença muitos são acompanhados em sua casa em atendimento pelo Home Car, mas muitos só são assistidos por um cuidador, que na maioria das vezes, não tem orientação ou treinamento na área da saúde. Considerando-se a vivência prática no ambulatório de DNM/ELA do Setor Neuromuscular da Universidade Federal de São Paulo – Escola Paulista de Medicina UNIFESP/EPM, surgiu a necessidade de criarv um questionário referene aos cuidados respiratórios em DNM/ELA enfatizando as dúvidas primárias de pacientes e cuidadores para soluções posteriores.

Objetivo: . Verificar as dúvidas primárias encontradas pelos pacientes com ELA/PBP e seus cuidadores sobre os cuidados respiratórios. Elaborar um questionário das maiores dúvidas encontradas pelos cuidadores e pacientes com DNM/ELA.  

Casuística: Este estudo foi realizado no Ambulatório de ELA/PBP do Setor de Doenças Neuromusculares da Universidade Federal de São Paulo – EscolaPaulista de Medicina (UNIFESP/EPM). Foram inclusos no trabalho indivíduos com diagnóstico confirmados de DNM/ELA, segundo critérios de EL Escorial, há pelo menos 6 meses. Foram excluídos pacientes ou cuidadores com comprometimento cognitivo, disfonia e ou disartria que comprometesse a verbalização. Foram realizadas 26 entrevistas, sendo 17 com pacientes e 9 com cuidadores .Dos pacientes, 16 com início apendicular diagnosticados como ELA e 10 com início bulbar diagnosticados com PBP. Na história natural da DNM/ELA, certos momentos são críticos na vida dos pacientes . Após a caracterização destes momentos, por nós denominados dimensões que são: Doenças, Fisioterapia Respiratória, Bipap, PEG e Traqueostomia. Foi criado um questionário semi-dirigido, com um roteiro de perguntas, o qual foi respondido pelos pacientes ou cuidadores. Os resultados obtidos no primeiro questionário foram desmembrados nas dimensões citadas acima, e em cada uma delas foi verificado quais são as maiores dúvidas relatadas por pacientes ou cuidadores.Embora tratados em ambulatório com equipe multidiciplinar, muitas dúvidas persistem, fazendo com que nào haja otimização das condutas terapêuticas: 1 - Os pacientes e cuidadores não tem idéia precisa que a Fisioterapia Respiratória é também preventive de complicações respiratórias; 2 -Que, embora 73% dos pacientes usassem VMNI (BIPAP), ou seja com CVF abaixo de 50%, a maioria deles não sabiam o que era PEG e somente 11% foram submetidos á colocação da sonda, não atendendo, portanto, ás orientações Segundo as quais terapêuticas em DNM/ELA. 3- Que traqueostomia, é melhor nào pensar nela Após esta analise inicial foi criado um segundo questionário contento exatamente as dúvidas primárias dos cuidadores e pacientes de DNM/ELA.

Conclusão: Foi possível constatar as dúvidas primárias encontradas pelos cuidadores e pacientes de DNM/ELA sobre os cuidados respiratórios.Elaboramos um questionário contendo 25 perguntas que abordem as dúvidas primárias sobre os cuidados respiratórios reladas pelos cuidadores e pacientes de DNM/ELA, permitindo futuramente a elaboração de um guia útil para orientação terapêuticas durante a fase evolutiva da doença.

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AVALIAÇÃO CLÍNICA E ANÁLISE DOS SINTOMAS INICIAIS, TIPO CLÍNICO E PROGNÓSTICO EM DOENÇA DO NEURÔNIO MOTOR: ESTUDO RETROSPECTIVO.

Autores:
FT. MARIENE SCARANELLO SIMÕES

RESUMO

As doenças do neurônio motor constituem um grupo de doenças degenerativas que acomete predominantemente o sistema motor. Dentre elas incluem-se a atrofia muscular progressiva que compromete NMI; a paralisia bulbar progressiva que envolve lesão do NMS e/ou NMI, a esclerose lateral primária que apresenta lesão exclusivamente do NMS; e a esclerose lateral amiotrófica que resulta da degeneração combinada dos NMS e NMI. Clinicamente caracterizada por espasticidade, fraqueza e hiperreflexia, quando há envolvimento do NMS; e fasciculações, atrofia, fraqueza e hiporreflexia quando há acometimento do NMI. Sua evolução pode comprometer todos os membros, inclusive a musculatura bulbar. A sobrevida desses pacientes é baixa, podendo variar conforme o envolvimento inicial.

Objetivos: Caracterizar o perfil clínico dos pacientes com D.N.M. que freqüentam o setor de investigação das doenças neuromusculares - UNIFESP; correlacionar a região de comprometimento inicial com as características clínicas desses pacientes e analisar sua sobrevida.

Método: Estudo retrospectivo, incluindo 158 prontuários de pacientes com diagnóstico definido de D.N.M., segundo os critérios El Escorial de 1994, escolhidos a partir de uma seleção aleatória de um arquivo que consta de 860 prontuários do período de 1990 a 2006. Uma ficha padronizada foi elaborada e anotadas as seguintes variáveis: idade, sexo, raça localização do primeiro sintoma, sua característica e período da manifestação até a data de entrada no serviço, óbito. Os dados categóricos foram representados na forma de freqüência absoluta (n) e freqüência relativa (%), analisados pelo teste de Qui-quadrado de Pearson. A sobrevida dos pacientes foi avaliada utilizado-se a Curva de Sobrevida de Kaplan-Meyer e o teste de Log-Rank. Para todas as comparações foi determinado p < 0,05 (5%) como diferença significante.

Resultados: Os locais do primeiro sintoma encontrado com maior freqüência foram os MMII (36,1%), sendo a fraqueza o sintoma mais relatado (46,2%). A ELA foi a doença com maior representatividade, seguida da PBP e ELP. A AMP não entrou na análise dos dados por não ter sido referenciada em nenhum prontuário. Prevaleceu na amostra a ELA com classificação etiológica esporádica (97,1%), a raça branca (88,6%) e o sexo masculino (57%). Cerca de 70,3% dos pacientes ainda vivem. Encontrou-se forte correlação entre a região de comprometimento inicial com outras duas características clínicas: a classificação das D.N.M e as características dos sintomas. A sobrevida dos pacientes com D.N.M. desde o inicio do primeiro sintoma manteve uma mediana em tempo de doença em 60 meses, sendo que após o acompanhamento no serviço a sobrevida apresentou uma mediana de 36 meses. A idade mediana de morte dos pacientes foi de 71 anos e a idade mediana dos pacientes que procuraram o serviço ficou em torno de 68 anos. Houve correlação somente entre a região de comprometimento inicial com a sobrevida, observando-se maior sobrevida nos pacientes com sintoma inicial generalizado e menor sobrevida nos paciente que iniciaram com sintomas bulbares.  

Palavras chave: Doenças do Neurônio Motor, Forma clínica, sintoma inicial, prognóstico.

 

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Incontinência Urinária de Esforço Em pacientes com Síndrome Pós Poliomelite: Uma Investigação teórica.

Autores:
FT. Giseli Silva Fonseca
FT. Elizabeth Andozzio Vida

RESUMO

O objetivo deste estudo foi verificar a existência de artigos científicos que relatam pacientes com síndrome pos poliomielite com incontinência urinária de esforço. Assim como analisar parâmetros sobre Incontinência Urinária que, possivelmente, possam afetar os pacientes de síndrome pós poliomielite.

Utilizou-se de revisão bibliográfica incluindo estudos publicados nos anos de 1966 a 2007 encontrados nas bases de dados MEDLINE, PUBMED, LILACS e SCIELO, utilizando as seguintes palavras chaves: poliomielite, síndrome pós poliomielite, incontinência urinária, incontinência urinária de esforço e avaliação.

Foi encontrado somente um documento cientifico sobre pacientes com síndrome pós poliomielite com incontinência urinária de esforço, porém existem evidências científicas da importância de estudos sobre o assunto.

Unitermos; Síndrome Pós Poliomielite e Incontinência Urinária de Esforço

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SOBRE TREINAMENTO DE ENDURANCE RESPIRATÒRIO EM PACIENTES
COM DISTROFIA MUSCULAR DE DUCHENNE.

Autores:
FT. FABIOLA KHORURI DE CAMPOS
FT. PEDRO PAULO DE PONTES MATSUMOTO

RESUMO

O objetivo deste estudo foi analisar, através de revisão bibliográfica, as principais alterações do treinamento muscular inspiratório de endurance, em pacientes com distrofia muscular de Duchenne. Para isso foram utilizados artigos científicos indexados publicados de 1996 a 2006 nas bases de dados Medline, Pubmed (index for Medline), Lilacs, Scielo, PeDro e Cochrane, assim como referência de livros,dissertações e teses nas línguas inglesas, espanhola e portuguesa. Tendo como resultados 7 artigos científicos encontrados. Utilizando-se dos critérios de exclusão relacionados ao tipo de publicação (artigos que contemplavam treinamento de musculatura respiratória, treinamento de musculatura inspiratória em humanos, artigos publicados em línguas que não inglesa, portuguesa ou espanhola) definidos no método desta pesquisa, foram excluídos 2 artigos científicos. Os 5 artigos selecionados, juntamente com 10 artigos retirados pelo exame das referências bibliográficas dos artigos selecionados, foram utilizados para compor os resultados, dando um total de 15 artigos usados na realização deste estudo.

Conclusão: Nós concluímos que há a necessidade de mais estudos randomizados controlados que visem demonstrar os reais resultados desse tipo de treinamento.

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