Publicações |
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Análise dos instrumentos de avaliação na miopatia Autores: Marina Brito Silva1, Sabrina Kyoko de Paula Asa1, Natasha Nicholson de Santa Maria1, Érica Marques Zanella1, Francis Meire Fávero2, Marcia Maiumi Fukujima3, Sissy Veloso Fontes4, Acary Souza Bulle Oliveira5. RESUMO O objetivo deste estudo foi identificar e analisar os principais instrumentos utilizados na avaliação de pacientes com
miopatia citados em artigos científicos publicados. Utilizou-se de revisão bibliográfica incluindo estudos publicados
nos anos de 1966 a 2005 encontrados nas bases de dados MEDLINE, PUBMED, EMBASE, LILACS e SCIELO que
utilizaram descritores na língua portuguesa (avaliação, escalas, fisioterapia, doenças musculares, reabilitação) e na
inglesa (evaluation, scales, physical therapy, muscular diseases, rehabilitation). Foram encontrados 49 instrumentos
de avaliação relacionados à força muscular, dor, equilíbrio, mobilidade e/ou locomoção, funcionalidade, atividades
de vida diária, qualidade de vida e outros aspectos (eficácia da tosse, bem-estar, integração social, comunicação,
coordenação olho-mão, raciocínio, auto-cuidado, fadiga e sono). Destas, apenas duas foram traduzidas para língua
portuguesa e poucas foram elaboradas especificamente para pacientes com doenças neuromusculares. Sendo assim, Unitermos: Avaliação da deficiência, Escalas, Fisioterapia, Doenças Musculares, Reabilitação. |
Avaliação das atividades da ABRELA: orientações oferecidas, expectativas atingidas? Autores: RESUMO Objetivo: verificar se as informações dadas pela ABRELA permitem acesso aos recursos disponíveis (informativos, humanos, de suporte e material); se as expectativas foram atingidas e se há diferença de acesso aos recursos entre São Paulo (SP) e outros Estados. Método: 30 pacientes foram cadastrados na ABRELA (15 do
estado de SP e 15 dos demais estados), com diagnóstico de esclerose lateral amiotrófica (ELA) confirmado há
pelo menos um ano. Não foram avaliados pacientes com a forma de paralisia bulbar progressiva. Aplicou-se um Resultados: Eram 83,3% casados, 60% do sexo masculino e média de idade de 56,2 ± 2,180 anos. Conclusões: apesar dos recursos estarem disponíveis, o acesso é maior por parte daqueles residentes no estado de SP, onde está localizada a sede da Associação. Justifica-se, assim, a necessidade de maiores investimentos para implantação de ABRELAs regionais bem como para formação e orientação de profissionais. Unitermos: Esclerose Amiotrófica Lateral, Recursos em saúde, Organizações sem fins lucrativos. |
Exercícios aquáticos e em solo para pacientes com Esclerose Lateral Amiotrófica: revisão de literatura Autores: RESUMO Introdução. Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) é uma doença neurodegenerativa que compromete os motoneurônios no cérebro e na medula espinhal. Assim, perde-se a habilidade de realizar a contração muscular, dando origem a fraqueza muscular como o primeiro sintoma. Objetivo. Verificar os efeitos dos exercícios realizados, tanto no solo como na água, em pacientes com ELA. Método. Foi realizado um levantamento bibliográfico, incluindo artigos sobre exercícios realizados em solo ou em água, de todos os tipos de estudos realizados em humanos com ELA e sem restrição de período. Resultados. Cinco artigos foram incluídos e demonstraram que os exercícios têm efeitos positivos para pacientes com ELA, se ministrados de forma moderada e com ausência de fadiga. Conclusão. A administração de exercícios em pacientes com ELA merece consideração, embora
a limitação no tamanho das amostras não garanta de forma conclusiva que a aplicação de qualquer um desses exercícios em outros pacientes com ELA terá o mesmo resultado, havendo pouca evidência científica encontrada na literatura sobre fisioterapia
em ELA. Sugere-se que estudos com amostras maiores sejam realizados, os quais possam ou não corroborar com os achados na referida revisão. Unitermos. Esclerose Amiotrófica Lateral, Fisioterapia, Exercício,
Atividade Física, Hidroterapia Citação. Campos TSP, Favero FM. Exercícios aquáticos e em solo para pacientes com Esclerose Lateral Amiotrófica: revisão de literatura. |
Miastenia grave autoimune: aspectos clínicos e experimentais Autores: A Miastenia Grave (MG) é caracterizada por uma alteração na transmissão nervo músculo, decorrente da deficiência, bloqueio e destruição de receptores de acetilcolina na junção neuromuscular. A presente revisão tem o objetivo de trazer informações atuais sobre a MG, abrangendo os seguintes aspectos: histórico; fisiopatologia; procedimentos diagnósticos; classificação e tratamento da doença. Além disso, revisamos os principais modelos experimentais que mimetizam as manifestações clínicas observadas na MG humana. Unitermos: Miastenia Gravis, Fisioterapia, Atividade Motora. Citação: Carvalho ASR, Silva AV, Ortensi FMF, Fontes SV, Oliveira ASB. Miastenia grave autoimune: aspectos clínicos e experimentais. Rev Neurociencias 2005; 13(3):138-144. |
O efeito do treinamento muscular respiratório na miastenia grave: revisão da literatura Autores:
Introdução. A miastenia grave auto-imune adquirida (MGAA) é uma enfermidade da junção neuromuscular caracterizada por fraqueza e fadigabilidade de caráter flutuante da musculatura Objetivo. Verificar a efetividade do TMR na MGAA. Métodos. Artigos indexados publicados de 1966 a 2006 nas bases de dados MedLine, Lilacs, Scielo e Cochrane, assim como referências de livros e teses, por meio de palavras-chave, onde se estabeleceu a relação entre MGAA e TMR. Resultados. Na literatura, existe ampla descrição do TMR em pacientes com doenças neuromusculares ou pulmonares, contrastando com poucos estudos em MGAA. Os artigos encontrados evidenciaram melhora principalmente da força e resistência, índice de dispnéia e qualidade de vida. Porém, não há consenso sobre a melhor técnica, protocolo e eficácia do TMR em cada estágio da doença. Conclusão. O TMR parece ser um tratamento eficaz na MGAA. Entretanto, a escassez e falta de rigor metodológico dos estudos exigem uma análise cuidadosa dos resultados apresentados, provendo a necessidade
de novos estudos criteriosos sobre o assunto. Unitermos. Miastenia Grave, Doenças Neuromusculares, Exercícios
para os Músculos Respiratórios, Fadiga Muscular, Tolerância
ao Exercício. Citação. Noda JL, Sonoda LT, Sangean M, Fávero FM, Fontes SV, Oliveira ASB. O efeito do treinamento muscular respiratório na miastenia grave: revisão da literatura. |
Perfil clínico de pacientes com doença do neurônio motor no ambulatório da Unifesp Autores: Introdução. Doenças do Neurônio Motor é um grupo de desordem neurodegenerativa, progressiva e fatal. Apresenta-se sob formas clínicas: Esclerose Lateral Primária, Atrofia Muscular Progressiva, Paralisia Bulbar Progressiva e Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA). Os sintomas iniciais mais freqüentes são fraqueza muscular, cãibra, atrofia muscular, fasciculação e disfagia. É necessário um diagnóstico rápido, para isto é importante estudos de análise do perfil e as características clínicas dos pacientes e verificar o tempo, entre início dos sintomas e primeira consulta. Método. Foram avaliados 20 pacientes que iniciaram tratamento no ambulatório de Doenças Neuromusculares da Unifesp. Para análise foi utilizado o teste de Igualdade de duas Proporções, a Correlação de Spearman, o teste para o Coeficiente de Correlação. Resultados. Dos 20 pacientes, 60% apresentaram ELA; média de idade de 63,30 ± 4,55 anos; tempo médio da doença de 20,85 meses; porcentagem equivalente entre homens e mulheres; maioria da raça branca; e, 45% deles exerciam trabalho com esforço físico. O sintoma inicial relatado pela maioria foi fraqueza muscular (45%). Conclusão. O perfil clínico encontrado corrobora com
os estudos descritos, confirmando os resultados encontrados, e
o tempo entre início de sintomas e data da primeira consulta
foi de 20,85 ± 6,77 meses. Unitermos: Doença dos Neurônios Motores. Esclerose
Amiotrófica Lateral. Epidemiologia. Citação: Faria DC, Fávero FM, Fontes SV, Quadros AAJ, Oliveira ASB. Perfil clínico de pacientes com doença do neurônio motor no ambulatório da Unifesp. |
Perfil clínico e funcional dos pacientes com Distrofia Muscular de Duchenne assistidos na Associação Brasileira de Distrofia Muscular (ABDIM) Autores: Nubia Mendes Santos1, Marilia de Moraes Rezende1, Andréa Terni1, Maria Clariane Berto Hayashi2, Francis Meire Fávero2, Abrahão Augusto Juviniano Quadros2, Ludmila Isabel Oliveira dos Reis3, Miriam Adissi4, Ana Lúcia Langer4, Sissy Veloso Fontes5, Acary Souza Bulle Oliveira6 RESUMO A distrofia muscular de Duchenne (DMD) é uma doença hereditária progressiva, de herança recessiva ligada ao cromossomo X. As manifestações clínicas se iniciam na infância com enfraquecimento muscular progressivo. Objetivo: Foi caracterizar o perfil clínico e funcional apresentado pelos pacientes com DMD, que se encontravam em acompanhamento na Associação Brasileira de Distrofia Muscular (ABDIM). Método: Foram coletados os dados de 58 pacientes com o diagnóstico de DMD. Resultados: Os resultados obtidos caracterizaram os pacientes com DMD da ABDIM, proporcionando dados como: idade da população, complicações clínicas mais freqüentes e nível de independência em relação á funcionalidade, caracterizando a diversidade do perfil clínico e funcional desses pacientes. Conclusão: Concluiu-se que o perfil clínico e funcional dos pacientes da ABDIM apresentou-se heterogêneo, mostrando que a progressão da doença varia de sujeito para sujeito dentro da população estudada, mesmo levando em consideração a faixa etária. Unitermos: Distrofia muscular Duchenne, Reabiliatação, Equipe interdisciplinar de saúde. Citação. Santos NM, Rezende MM, Terni A, Hayashi MCB, Fávero FM, Quadros AAJ, Reis LIO, Adissi M, Langer AL, Fontes SV, Oliveira ASB. Perfil clínico e funcional dos pacientes com Distrofia Muscular de Duchenne assistidos na Associação Brasileira de Distrofia Muscular (ABDIM). Rev Neurocienc 2006; 14(1):015-022. Clique aqui para baixar o artigo na íntegra.
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Principais instrumentos para a análise da marcha de pacientes com distrofia muscular de Duchenne Autores: RESUMO Introdução. Dentre as diversas doenças que comprometem a marcha, as neuromusculares são uma das principais, sendo a locomoção bastante acometida no grupo das distrofias musculares. Objetivo. Os termos utilizados na língua portuguesa. Resultados. Os resultados encontrados foram tabulados segundo número de pacientes, objetivos, instrumentos e recursos. Conclusão. Os 14 instrumentos de análise da marcha encontrados são, em sua totalidade, caracterizados como cinemáticos, existindo apenas recursos que forneçam dados cinéticos. Clique aqui para baixar o artigo na íntegra.
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Qualidade de vida: análise comparativa entre crianças com distrofia muscular de Duchenne e seus cuidadores Autores: Melissa Gonçalves1, Viviana Dylewski1, Anna Carolina Xavier e Chaves2, Tatiana Mesquita Silva2, Francis Meire Fávero3, Sissy Veloso Fontes4, Maria Fernanda CR Campos5, Acary Souza Bulle Oliveira6 RESUMO Objetivo. Comparar a qualidade de vida dos pacientes com diagnóstico de distrofia muscular de Duchenne (DMD) sob as seguintes perspectivas: a dos próprios pacientes e de seus cuidadores em relação a eles, por meio da escala AUQEI (Autoquestionnaire Qualité de Vie Enfant Imagé). Método. Foram incluídos nesse estudo 36 indivíduos, sendo 18 pacientes com diagnóstico de DMD (faixa etária entre 6 e 12 anos) e 18 cuidadores. O questionário foi aplicado para as crianças e, posteriormente, para as mães. A análise das variáveis categóricas foi feita através do Teste Exato de Fisher e das variáveis numéricas pelo Teste t de Student. Resultado. Não houve diferença estatisticamente significante entre as pontuações obtidas através da percepção das crianças e dos cuidadores (p=0,43). As mães julgam que seus filhos possuem boa qualidade de vida, assim como os mesmos o fazem. Conclusão. Mães e filhos compartilham a mesma opinião quanto à qualidade de vida destes.
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Qualidade do sono de pacientes com esclerose lateral amiotrófica: analise dos instrumentos de avaliação. Autores: Simone Ribas Ghezzi1, Sissy Veloso Fontes1, Alexandre Santos Aguiar2, Lígia Masagão Vitali3, RESUMO Introdução: A Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) é uma afecção neuromuscular degenerativa de Objetivos: Analisar e identificar qual das três escalas de qualidade do sono (Stanford Sleepiness Scale - SSS, Epworth Sleepiness Scale - ESS, Mini-Seep Questionnaire -MSQ) é a mais apropriada para pacientes com ELA e analisar a correlação entre qualidade do sono e duas escalas de avaliação psicológica (Beck Depression Inventory - BDI e State-Trait Anxiety Inventory - STAI I-II). Métodos: Foram avaliados 16 pacientes com ELA (12 homens e 4 mulheres) entre 35 e 77 anos. Todos foram submetidos à aplicação do protocolo de avaliação proposto. Resultados: Houve correlação entre as
escalas: SSS e ESS; SSS e MSQ; BDI e SSS e BDI e MSQ. Conclusões: A SSS foi a escala que teve maioríndice de correlação com as outras duas escalas de sono; há uma associação entre depressão e distúrbio
do sono em pacientes com ELA. O aspecto ansiedade não pode ser considerado como preditor de
distúrbio do sono. Unitermos: Esclerose lateral amiotrófica, Distúrbio do sono, Escalas, Alterações psicológicas. Clique aqui para baixar o artigo na íntegra.
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Testes utilizados para avaliação respiratória nas doenças neuromusculares Autores: Natasha Nicholson de Santa Maria1, Erica Marques Zanelli1, Marina Brito Silva1, Sabrina Kyoko de RESUMO O objetivo deste estudo consiste em identificar e caracterizar os principais testes utilizados na avaliação da função pulmonar de pacientes com doenças neuromusculares citados em artigos científicos publicados nos últimos 40 anos. Utilizou-se de revisão bibliográfica incluindo estudos publicados nos anos de 1965 a 2005 encontrados nas bases de dados MEDLINE, PUBMED, EMBASE, LILACS e SCIELO que utilizaram descritores na língua portuguesa (doenças neuromusculares, espirometria, capacidade vital, valores de referência) e na inglesa (neuromuscular disease, spirometry, vital capacity reference values). Foram encontrados 9 testes subdivididos em medidas, valores de referência e utilidade. Os testes citados foram: testes de função pulmonar que incluem medidas espirométricas, utilizados para avaliar volumes pulmonares, presença de obstrução de vias aéreas, sinais de fraqueza e fadiga dos músculos respiratórios; testes que avaliam a força dos músculos respiratórios, utilizados para avaliar a força dos músculos respiratórios e a atividade diafragmática isolada; teste que avalia a atividade elétrica de nervos, junção neuromuscular e músculos relacionados a respiração; testes que avaliam o limiar de fadiga dos músculos respiratórios; teste que avalia o grau de relaxamento dos músculos respiratórios, utilizado para analisar a recuperação muscular; testes que avaliam a eficácia da tosse; análise da concentração de gases arteriais, capnografia e oximetria de pulso, utilizadas para avaliar principalmente retenção de CO2 e presença de hipoxemia durante o sono, respectivamente.
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